Leia e apaixone-se!

terça-feira, 27 de março de 2012

Convidados Escritores e Acadêmicos


Teresa , Oswaldo,Lorena e Vilmar (Aliflor)
Zeni Oliver (Aliflor)
Renato Kock, empresário;Leno Caldas,Presidente
da ACALLE;e Rudney Otto (Aliflor)
Nelson, Rosa,Janice e cunhada de Rosa (Aliflor). 
Jelena e Danti, com o casal anfitrião (Aliflor)
Edna Domênica (Aliflor)
Augusto Abreu-Presidente ACPCC.
Maria do Carmo Tridapalli, presidente da Academia de
Nova Trento e a acadêmica Adriana.
Acadêmico Paulo Berri. (Acla)
Acadêmicos Paulo,Augusto,Carmo,Adriana,Elena e seu esposo. 
Janice,Presidente da Aliflor, WesleyCollier,Presidente da ACLA e sua esposa Luz. 
Nelson,Larissa, Janice e Fernando, esposo de Teresinha Debatin.

Quem é Jane Cléia?




JANE CLÉIA DE BITTENCOURT CUNHA é irmã de Janice, décima segunda filha de Apolônia e Francisco, nascida em Siderópolis onde estudou até concluir o Ensino Fundamental. Veio a Florianópolis, residência de sua irmã, onde com muito carinho cuidava dos pimpolhos da mesma e fazia o curso de enfermagem no Colégio Coração de Jesus. Formada em Enfermagem pela UFSC, com especialização em Gestão de Recursos Humanos e Mestrado em Saúde Pública.
Servidora Pública há 26 anos, atualmente desempenha suas funções na Diretoria de Saúde do Servidor, da Secretaria de Estado da Administração.

Jane é guerreira, batalhadora, incansável, não há tempo ruim pra ela. Ligeira e animada, está sempre dinamizando seus propósitos.

Jane é casada com Décio Moreira Cunha e mãe de Julinha, filhinha muito fofa, linda e inteligente, que adora ouvir histórias.

Minha irmã querida! Agradeço a linda apresentação que me proporcionou massagem no ego, emoção e perplexidade. Muito, muito obrigada! Que os anjos estejam sempre embalando teu físico, elevando sempre mais teu espírito e engrandecendo duplamente tua alma que também é de poeta, de inventações de histórias e de querer bem aos teus.


Bagagem



Lá vai ela

Tão bela!

Com uma

Bagagem tão
Incrível
Que a imagem

Não conta!



Do livro P.M. p/ Jane Cléia
Tem Mais . Aguarde!

A irmã caçula Jane Cléia apresenta sua irmã ,Janice, a autora.





Boa noite, senhoras e senhores, queridos amigos e familiares da escritora JANICE CARDOSO DE BITTENCOURT PAVAN, que hoje prestigiam o lançamento de seu sexto livro “O FEIJÃOZINHO FALANTE”, por ela docemente ilustrado.
JANICE CARDOSO DE BITTENCOURT PAVAN, nasceu em Imbituba – SC, cresceu em Siderópolis, e floresceu como escritora em Florianópolis, dando frutos literários que foram apreciados por muitos leitores.

De seus frutos AMOR-CRIANÇA, PAIXÃO-MULHER e BICHO-HOMEM, a beleza da poesia retratando a singeleza da infância, os conflitantes sentimentos femininos e os desatinos do ser humano.

De seu fruto LUZ NO JARDIM, a história de um menino que supera as dificuldades com fé e perseverança.

Organizou a obra “FLOR DE LIZ – PRIMEIRA ANTOLOGIA DA ALIFLOR”, na qual constam seus contos “ARRASTÃO” e “A LAGOSTA”.

Recebeu menção honrosa pelo conjunto de poemas “MULTIDÃO”, “PRAZER”, “ALMA”, “CLIMAX” e “AI DE MIM” no Concurso do Instituto Internacional da Poesia, em Porto Alegre, RS; 4° lugar pelo poema “CLIMÁTICO” e 5° lugar pelo poema “TUAS MÃOS” no II° Concurso Arnoldo Prohmann de Poesia da cidade de São Mateus, Paraná.

Além desses frutos literários, possibilitou aos admiradores da arte, apreciar suas pinturas em óleo sobre tela, participando de diversas exposições, coletivas e individuais.

Também espalhou sementinhas por meio de sua participação como domadora do Lions Trindade; da presidência por 6 anos do Comitê Feminino de Benemerência do Paula Ramos, o qual foi fundadora; da ativa participação da ALIFLOR – Associação Literária Florianopolitana, presidindo-a por duas gestões e de sua nomeação como membro da Academia Catarinense de Letras e Artes, ocupando a cadeira 24.

Recentemente virou blogueira, possibilitando aos leitores apreciar belas mensagens e poemas, lindas imagens, notícias literárias, e acompanhar mais de perto sua trajetória.

Da escritora JANICE DE BITTENCOURT PAVAN é fácil falar, basta ler a contracapa de suas obras ou visitar o seu blog PAIXÃO-MULHER. Mas, da Dona Janice, só quem conviveu e se encantou com seus talentos.

Dona Janice foi a professora querida que todo aluno sonhava ter, pois somava um conjunto de predicados admiráveis: beleza, elegância, competência, capricho, bela voz, excelente performance no palco, leveza ao dançar, grande habilidades nas artes aplicadas e plásticas, e sobretudo porque sua paixão por tudo que fazia era contagiante. Lecionou para o ensino fundamental por 25 anos, nas cidades de MONTE CARLO, SIDERÓPOLIS E FLORIANÓPOLIS.

A sala de Dona Janice era a mais cobiçada.

Seus alunos viajavam na contação de histórias, nas palhinhas musicais, nas apresentações cuidadosamente preparadas, com textos criativos por ela elaborados; figurinos que faziam surgir moranguinhos, borboletas, árvores e livros falantes; as paródias, os acrósticos... Estudar era sempre uma alegria e de quebra, os alunos eram homenageados nos seus poemas, tamanho o seu amor pelos pequenos e pela arte de ensinar.

Em sua casa, na mesa de fórmica branca, cheia de livros e cadernos, ela vivia cercada de seus irmãos pequenos, que com ela aprendiam e se encantavam.

Dona Janice é neta de contadora de histórias, filha de contadora de histórias, contos populares cheios de requintes que faziam sonhar, viajar, experimentar sentimentos que aguçavam a criatividade. Seu destino não poderia ser diferente e hoje ela edita histórias que se formam e fervilham em sua mente.

O casamento e a maternidade foram para ela fonte de inspiração. Casada com NELSON PEREIRA PAVAN, grande admirador e incentivador de seus talentos, com quem teve três filhos: EDUARDO, GUSTAVO E LARISSA, com os quais contou para manifestar a expressão de sua obra, nas ilustrações do livro AMOR-CRIANÇA e na diagramação de seus livros.

Hoje, com o lançamento de seu delicioso fruto: o feijãozinho saltitante... Germinante... Verdejante... Ahh... Falante! Continua sua trajetória de encantar os pequenos, e aos grandes também, fazendo saltitar o coração, germinar a bondade, verdejar a esperança e falar à alma dos propósitos de nossa existência.

Mais que uma aula de botânica, mais que um exemplo de boa prática educativa, o feijãozinho falante nos faz compreender que no ciclo da vida, há infinitas possibilidades, e qual seja a nossa escolha, um dia haverá a despedida. Nas palavras do feijãozinho “não importa quando vamos embora, o importante é fazer bem feito”.

Janice, minha irmã, querida escritora, obrigada por compartilhar sua obra, que seu FEIJÃOZINHO FALANTE cumpra a sua missão.

E agora, com muito prazer convido a nossa querida escritora JANICE DE BITTENCOURT PAVAN a nos falar de sua obra.











quarta-feira, 7 de março de 2012

Como nasceu o livro "O FEIJÃOZINHO FALANTE"




"O Feijãozinho Falante" é o sexto livro da autora Janice de Bittencourt Pavan.
O lançamento do livro “O Feijãozinho Falante” foi, sem dúvida, um encontro com a palavra e a inspiração! Um encontro de amizade, de companheirismo e apoio à leitura,quando familiares, amigos e colegas da literatura fizeram-se presentes para prestigiar mais uma vez o projeto, desfilando alegrias pela realização e pela certeza de que a amizade existe e salutar é o seu convívio.
Numa quarta feira, dia 21 de março de 2012, fica registrado no calendário, o nascimento de mais um filhinho literário e o agradecimento a todos que lá estiveram para prestigiar o fruto.

Uma gestação que começou há quatro anos,depois do lançamento do Livro “Paixão Mulher”.

Ao ler uma redação escrita por minha filhinha Larissa, cuja mensagem me emocionou e que me remeteu à vida moderna, atropelada, violentada pelo desamor, julguei oportuno escrever um conto que viesse reforçar a intenção de amor que havia no texto de minha filha.

Resolvi ser a própria personagem e plantei um feijãozinho, acompanhei-o, cuidando e desenhando o que ele tinha a me dar em imagem. Gostei, do que vi e do que escrevi.

Ao terminá-lo, julguei importante passar aos leitores o conto que ganhou feitura com mãos, mente e coração.

Mas... Era necessário consultar os meus gurus. Primeiro, o marido, os filhos, então, já crescidos, que aprovaram unanimemente... Depois uma profissional que tivesse o feeling do conhecimento em psicologia ou pedagogia. Recebi a vista de uma colega escritora e pedagoga Shelley Cecatto, a quem mostrei o projeto: ficou encantada. Procurei a Psicóloga e Escritora Onete Ramos Santiago que muito gentilmente me recebeu em sua casa e, pra minha surpresa, aprovou e prefaciou o livro. Recebi a visita de uma grande amiga, Marilza Goulart, profissional em Botânica, que me deu dicas e se emocionou com o tema.

Havia mergulhado noutro procedimento. Numa teimosia gostosa apeguei-me com um caderno de desenho, uma caixa de lápis de 12 cores, com lápis preto e borracha fui rabiscando, pesquisando movimentos, olhando em minhas próprias mãos, o próprio feijãozinho que se desenvolvia no algodão, na terra... Enfim, um verdadeiro aprendizado, ou melhor, um voltar às salas de aula quando, com os alunos, fazia desenhos no quadro, nos dias de comemoração ou de aulas de religião.

Precisei tomar aulas de informática para aperfeiçoar meus propósitos. Ana Lúcia Gil, minha professora de informática, ajudou-me neste processo.

Mas... O perfeccionismo me arranha e exige mais. Era necessário limpar os rabiscos que minha visão veterana não conseguia alcançar. Aventurei-me no adobe fhotoshop, ferramenta que limpa as imagens e no corew, com que pude conhecer mais um jeito bonito de alinhar as páginas. Foi longa a empreitada, mas valeu a pena porque aprendi que precisamos sempre aprender, que o mundo nos oferece ferramentas e temos o dever e o direito de fazermos uso delas, com ou sem sacrifício. Tempo e dinheiro. O tempo a gente tira; o dinheiro, a gente corre atrás. Não é fácil. Mas não é impossível.

Quando o boneco estava “pronto” enviei à gráfica Nova Letra, que me enviou uma cópia para apreciação. Mostrei à minha filha Larissa, outra profissional, design gráfico, que se admirou com o resultado da força tarefa e deu uma arte final à capa e à contracapa. Esta que aí está lindona! Maravilhosa! Amei. E sei que não há quem não o considere. Risos.

E assim nasceu “O Feijãozinho Falante”, com trinta ilustrações e trinta páginas de mensagem positiva, redentoras do amor, do cuidado, da valorização, do ser vivo e da importância de se fazer bem feito na trajetória do viver.

Espero que eu tenha conseguido passar a vocês, através da figura do feijãozinho, a mesma intenção de amor que colhi com o texto de minha filha Larissa Elena.

Outro personagem surgiu, o pai, meu marido Nelson, que ao observar o empenho da escritora durante a experiência, fazia uma observação sempre usando uma palavra com terminal “ante”. Resolvi colocá-lo no conto.

Contos que surgem de várias maneiras e tem muitas fontes.

“O Feijãozinho Falante” surgiu assim: com uma redação de uma menina que tinha um enorme amor no coração e de uma mãe, professora, atenta aos trabalhos da filha. E assim...

Deixo a você, caro amigo, leitor e colega da Literatura mais uma semente plantada. Que ela dê flores e frutos!

Alonguei-me, pois, é importante homenagear aqueles que contribuíram com o processo da edição. E deixar um abraço muito forte a você, leitor, personagem imprescindível na linda tarefa de ler, compreender e repassar a mensagem.











segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Quero























Eu quero morar no campo
Ter uma vida vadia
Ficar deitada na rede
Curtir o perfume das flores
Olhar as nuvens dançando
Curtir os pássaros de dia
Dar mil beijinhos em meu querido



















Falar de coisas bem simples
Eu quero um tempo de preguiça
Uma hora feliz sem atropelo
Só pra ler todos os livros
E escrever muitos outros
Só pra ver se eu me encontro
Só para ver se eu sou eu


















Eu quero esquecer o relógio
Trocar idéias com os filhos
Ter bem mais perto meus manos
Eu quero abraçar meus amigos
Dar mim beijos em meu marido
Eu quero ter um tempo pra mim
E ser mais tranquila, enfim.

Poema de Janice de Bittencourt Pavan

Em 12/12/2011




Mensagem de Natal de Janice para você


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Viagem a Europa II - Espanha





Viagem a Europa - Três primeiros dias em Portugal




Adyva, Celívio, Nelson e Janice almoçando em Guarulhos-SP.
 Um sonho realizado: Viagem a Paris.
Saúde, tempo e dinheiro: ingredientes indispensáveis para tal aventura.
Depois de certo labutar, correr atrás do prejuízo, investir na educação dos filhos, em causas sociais, chegar à aposentadoria ou atingir a melhor idade ou quando se tira férias porque é hora de pensar em si, com saúde e dinheiro, por que não?
Sempre digo que a vida nos oferece várias fases e todas elas têm seu encanto. Cabe a nós usufruí-las de forma tranquila, em cada tempo ter a serenidade de escolher a hora certa pra tudo. Conosco não foi diferente. Depois de filhos crescidos, orientados, antes que as pernas fraquejem de vez, ou a cabeça não ande tão bem em sintonia com o corpo, fizemos a viagem do nosso sonho. Ou, melhor, do meu sonho, pois meu marido me acompanhou, embarcou nesta aventura acolhendo meu desejo.
Não fosse, entretanto, o empurrão de nossos filhos Eduardo, Gustavo e Larissa,com um crédito de 1/5 da viagem, presente de natal, e um convite de nossos vizinhos, Adyva e Celívio, não teríamos ido.
Lá chegando, senti uma forte emoção, não por realização, mas por saudades. Tive um “déjà vu” em muitos ambientes dos três países, impossibilitando o recuo das lágrimas.
Tirando o cansaço, o roteiro rico, agenda corrida, a viagem foi maravilhosa. Dias de sol, noites de luar, temperatura agradável pra calor.
Não imaginei que um dia pudesse ver originais de Velásquez, de El Grecco, de Miguelangelo, de Leonardo da Vinci, de Toulouse Lautrec, de Goya, Rembrandt, Rubens, Antonio Canova, Ticiano e outros. Ver palácios e ouvir histórias tão ricas de séculos passados no próprio ambiente de origem. Sentir a fibração nos corredores da história de tantas vidas, famosas ou não, de tanto luxo, de tanta miséria, com tamanha ostentação, luxúria, promiscuidade e ao mesmo tempo meditação, talento, expiação e costumes tão diferentes nos primórdios da civilização e que tanto chocam ou encantam o mundo nosso da modernidade.
Valeu a pena o cansaço, o corre-corre, a estranheza na alimentação, porque nossa memória está impregnada de imagens inesquecíveis, que assim ficará, até por toda este meio século de vida que nos resta. Positivamente pensando.
Tentarei resumir com fotos para que você viaje comigo.

 



Praça do Comércio.
   





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Tem mais, Espanha  e França. Aguarde.