Leia e apaixone-se!

terça-feira, 16 de outubro de 2012

O voo das borboletas

 




A primavera chegou muito acanhada, como que cabisbaixa pela chuva e pelo frio. Assim mesmo há de haver o sol se exibindo por entre as cortinas do tempo, da vida, do mundo. E as borboletas sobrevoarão novamente os jardins onde fizeram sua metamorfose e aprenderam a alçar voos em busca de seu habitat ou de seus destinos.

 
Assim são os filhos, que ao atingirem a maioridade, buscam viver sua vida, adquirem a independência e longe dos pais criam sua trajetória de cidadão, assumem seus compromissos e constroem sua história com dignidade. 


Em meu coração, a princípio havia uma primavera morna por ver minha borboleta caçula alçar voo, mas hoje, mesmo que lá fora o tempo esteja úmido, cá dentro do meu ser há uma primavera florida, alegre, com muitas outras borboletas sobrevoando e ensaiando outras viagens.

 
Por que todo este texto poético?
Porque como mãe é assim que me sinto; vejo meus filhos buscarem seus ninhos e se firmando numa atmosfera de energia positiva, amorosa e, embora os tenha comparado às borboletas, suas asas são apenas da importância do sonhar, pois seus pés estão firmes no chão, certos de saberem que o melhor a fazer é galgar os degraus da Vida aos poucos, na medida do possível, nos seus limites financeiros e com a qualidade dos ensinamentos compreendidos na família, na escola e entre amigos.

 
Estou feliz, pois.
Cada borboleta já livre do casulo, voando com suas próprias asas.
Que Deus os proteja e dê a eles, as flores, o tempo bom, a boa chuva, frutos de seu fazer digno e que a cada vez que voltarem ao jardim antigo possam trazer o perfume de suas conquistas!
Deus os abençoe, meus queridos filhos!
Uma mãe romântica.
Texto de Janice de Bittencourt Pavan
Em 17/10/12.     

 

domingo, 30 de setembro de 2012

Viagem a Porto Alegre



Nelson,Gustavo,Janice,Alexandra e Larissa.

Anfitriões meus amados, filho e nora, Gustavo e Alexandra.
Com os objetivos de visitar nossos queridos e fazer uma tainhada aos amigos do Cirrose Futebol Clube, fomos a Porto Alegre em 7 de setembro de 2012 , Larissa, Nelson e eu.
Tempo delicioso assim como a viagem, não fosse o congestionamento de três horas no percurso desde a ponte até a Pinheira. Depois, tudo tranquilo. Velocidade na estrada para recuperar o tempo perdido.
Ao chegarmos, os anfitriões Alexandra e Gustavo, nos aguardavam com capricho e nos conduziram ao seu apê, que é uma fofura.
Pais sempre ficam orgulhosos e agradecidos a Deus por constatar que seus filhos andam por caminhos certos e fazem planos com capricho, organização e sustentabilidade.
Como entrada do encontro, troca de presentes.
Alexandra , a anfitriã.
Fomos agraciados com um álbum contendo fotos lindas do casamento de ambos, mais o prazer de ver muitos outros álbuns maravilhosos do casamento deles e ainda, a degustação de um vinho tinto à altura da alegria e cordialidade dos anfitriões que serviram um jantar especialmente preparado pelo gourmet Thegusta.
Gustavo, o anfitrião.
 

No dia seguinte, sábado, foi a vez dos gourmets Nelson e Janice. Desta feita, num salão bem amplo, especialmente reservado para o encontro dos amigos do Cirrose Futebol Clube, do qual Gustavo é o vice-presidente.
Nelson preparando o caldo de peixe.
A Tainha já famosa do “Seu Nelson” agradou a todos, mesmo sabendo que entre gaúchos a escolha é um bom churrasco.
Janice, organizando a salada.


Larissa, Alexandra, Leandra e Janice.


Apresentando as tainhas: Nelson, Paula, Nicki, Fátima e Sueli.


As convidadas:Larissa, Sueli, Nicki, Fátima,Paula, Alexandra e Leandra.


Os convidados: Edson, Eduardo, João Marcelo, TheGusta, Rodrigo, Sérgio e Brilhante.


Estiveram presentes os irmãos de Alexandra, Edson e Leandra, o quarteto Pavan, os amigos do Cirrose , que por conta do feriado a maioria viajou e os que compareceram fizeram a festa.
Agradecemos as presenças,com um abraço e carinho de Janice Pavan.
 


 

 


 

 


terça-feira, 14 de agosto de 2012

Dia dos Pais


No dia dos pais, na casa do Costão do Santinho, mas precisamente na praia das Aranhas, um pouco antes do  meio dia chegou a filha Larissa buzinando seu carro, enfeitado de balões, na cor azul, com uma faixa e os dizeres “Feliz dia dos Pais” para alegrar o Papito Nelson.


Nelson recebeu telefonema dos filhos, ganhou como lembrança um Cd de sua preferência e uma carteirinha muito própria para guardar o din-din, documentos, etc... Mas o mais importante foi a alegria do encontro, a sinceridade e o carinho demonstrados ao homenageado. Que, aliás, diga-se de passagem, é merecedor de todas as atenções e agrados.

Na mesa já posta, os pratos e talheres aguardavam a visita para darem inicio o serviço do almoço, que fora caprichosamente preparado pelo papito, que fez questão de servir uma macarronada, com salada de batata e maionese, farofa e carne assada de panela. Ficou tudo uma delícia.

Mas, como todo gourmet que se preza , iniciou-se o tira-gosto primeiro com vinho, aperitivos (torradinha com patê de atum) e por uma questão logística, o tempo foi passando e quase que almoçamos sem o macarrão, porque na hora de fazê-lo faltou gás. O gás demorou mais do que uma viagem daqui a Camboriú. YES!
Mas chegou a tempo dos convivas não acabarem com a carne. Risos.
Assim foi o dia do pai de Eduardo, Gustavo e Larissa.
Nelson, hoje, um pai pra mim, meu amor, meu companheiro. Tim-Tim!

Meu Pai!


Meu pai
Francisco Cardoso de Bittencourt, meu pai.
Resgato hoje sua história de vida, meu alento.
 Ano 1916, aos quatro dias de outubro
 Nascia em Jaguaruna, mais um filho
Catarinense, de mãe Alice e pai Alfredo,
Incluindo manos Custódia, Carmelita e Hercílio.
Sua infância e sua adolescência foram humildes,
Com sacrifícios, porém, sem medo;
O mundo foi conquistando com talentos.

Cara bonita, muito alegre, sempre atento;
Apaixonado pela vida, bem humorado,
Responsável mecânico e enamorado
Desposou D. Apolônia e, já casados,
 Originaram um time com 12 rebentos.

Seu Chico” assim o chamavam seus amigos
 Onde, em Imbituba, na Cia Docas, trabalhavam.
Depois, em 1954, para Siderópolis transferido
Especializou-se em operador da Marion;
Bem ou mal - pois um acidente quase o matou,
Impossibilitando-o de completar sua aposentadoria.

Tantas boas e más lembranças! Impossível olvidar!
Trago na memória tudo o que ele nos dizia;
 Era um homem correto, aconselhava:
Não peça emprestado o que não pode pagar”!
Compre o que pode e pague o que deve”!
Os bons valores, segui com seu exemplo;
Um talentoso “homem dos sete instrumentos,”
Reformava, construía, instalações fazia,
Tamanha era sua paixão, aos filhos ensinava.

Trabalhador incansável teve vida breve:
 Aos cinquenta e nove anos de idade
Deus o levou, de repente; só o tempo
Pode dizer por mim, esta “viagem”
 Quanta tristeza deixou, quanta saudade!

Homenagem de Janice de Bittencourt Pavan
Acróstico a seu pai Francisco, que faleceu em 9 de agosto de 1976.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Viagem a Vitória e Vila Velha


Janice e Nelson no aeroporto de São Paulo.

Em 31 de julho de 2012, ao contemplar a paisagem pela minúscula janela, entre águas e nuvens, era tão harmoniosa a mistura do branco com o azul que se tinha a impressão de que o avião estava parado, apesar da velocidade de 700 km /hora.
Nelson, Janice, Lucas, Gava e Jusemar (anfitriões) e Maurício.
Decolamos de Floripa (11:40) rumo a São Paulo (12:45) e em conexão (13:45) rumo a Vitória do Espirito Santo (15:30). Aguardava-nos nosso querido anfitrião amigo Eluir Gava que nos conduziu até sua residência em Vila Velha, onde nos congratulamos com boas-vindas .

Janice e Jusemar no Vicenza.

À noite, na Pizzaria de Vicenza, na Barra do Jucu, degustamos uma deliciosa pizza. De volta, o descanso. 
Nelson e Janice na praia da Costa.
Gava, Jusemar,Janice,Nelson e Maurício no Restaurante Atlântida.
Ao fundo, Terceira Ponte sobre as praias de Vitória. 
Na manhã seguinte, um passeio pelas ruas principais de Vila Velha, de onde se pode contemplar as praias da Costa, Itapuã e Itaparica. No restaurante Atlântida, conhecer a moqueca capixaba. No convento da Penha, encontrar a capela rica em detalhes dourados, telas de Victor Meireles e Benedito Calixto, amigos e contemporâneos na arte.

Convento da Penha, construído sobre uma pedra.

Maurício, Nelson,Gava e Jusemar, fotografados por Janice. 
Visitamos o Museu Ferroviário Vila Velha na baía de Vitória, construído em 1927 e restaurado em 1998, onde estão à mostra para visitação Maria Fumaça, locomotiva a vapor que veio de Filadélfia em 1945 e restaurada em 1997, muitas peças valiosíssimas que fazem parte do acervo do museu, lembrando seus uso e utilidade desde o início da história da rodovia Estrada de Ferro Vitória a Minas. O museu é um projeto da Cia Vale do Rio Doce.

Entardecer sobre as praias na descida do convento.

Altar-mor da igrejinha do convento.
Telas de Shirley Paes Leme
Exposição de artes, telas pintadas por crianças de várias escolas, num projeto workshop; telas da artista Shirley Paes Leme; e instalações com poemas de Clarice Lispector. Ao fundo o corredor de vidro, dando efeitos de profundidade e movimento, com auxílio de câmeras uma projeção das águas que estão no lado externo do prédio.
Workshop-crianças de várias escolas.

Technip-Flexibras, fábrica de Tubos flexíveis - Vitória (1985).

Visitamos parque Estadual de Pedra Azul, cidade de Domingos Martins, onde acontece a Festa do morango, ruas com casas construídas em estilo europeu. Vimos a Pedra Azul* ou Pedra do Lagarto** com 1822 de altitude. OBS: * porque ela muda de cor conforme as condições climáticas e ** porque carrega consigo uma saliência no formato de um lagarto.

Uma rua de Domingos Martins.

Gava,Nelson,Maurício e Jusemar - Pedra do Lagarto. 
Pontos turísticos importantes e que nos convidam a repetir a viagem para usufruir de outras maravilhas não vistas por falta de tempo. 

Bomba d' água-Sítio de Gava em União. 
Umas férias mais que agradáveis, embora curtas, pois a bela acolhida do casal amigo Eluir e Jusemar, mais o ar bucólico, bem tranquilo do sítio , planejado com redobrada dedicação por ele, a alegria, a atenção e a simpatia, são ingredientes mais do que suficientes para merecerem  nota máxima.
Nelson e Janice no Coreto , sítio de Gava. 

Não faltaram momentos de degustação em família, conversa fora, brincadeiras e boas risadas.

Gava exibe laranjas ponkans do pomar de seu cultivo.
Uma boa comida, cozinheiros, cada um se esmerando mais e sendo aprovados... Um bom vinho...Uma sobremesa... Um clima perfeito para quem sabe receber e para quem sabe confraternizar. Uma troca de gentilezas que agrada ao coração e fortalece os laços de amizade e da família. Tim!Tim!
Jusemar,Lucas,Maurício,Janice,Nelson e Adriano.Fotógrafo Gava. 
Por Janice de Bittencourt Pavan -Escritora e Blogueira

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Dia do Escritor - Homenagem

Dia do Escritor

O dia do escritor brasileiro surgiu na década de sessenta, por ocasião do Iº Festival do Escritor Brasileiro, organizado pela UBE (União Brasileira de Escritores), da qual eram presidente e vice- presidente João Peregrino e Jorge Amado, mentores da idéia.
Seja por hobby ou dedicação profissional, bem merecido ter uma data para lembrarmos a maravilhosa arte de escrever e os escritores que a desempenham com coerência, polimento e sabedoria.  Sim, porque aquele que contraria os verdadeiros valores de sua missão aqui neste mundo, não merece a homenagem.
Lembramos, pois, os bons, os talentosos, os esforçados, os dedicados ao bem, à verdade, à justiça, ao esclarecimento, ao bem estar de formar ou informar, aos que propiciam ao leitor o enriquecimento da mente, ajudando o mesmo no discernimento de tudo que a vida, com alterações, oferece, surpreende, fascina.
Ser escritor, tendência, arte, missão... Seja o que mais aprouver na concepção do  indivíduo, é uma atividade que exige coragem, dedicação, envolvimento, sentimento e, principalmente, leitura. Aí o talento é enriquecido com agentes transformadores, sem os quais a escrita apresentar-se-ia, como disse uma colega, “como um bolo sem adornos”.
Por outro lado, há os escritores que são esnobes, prolixos, que embora apresentem um vocabulário rico, não se comunicam. Um texto ou obra que deveria ser objeto de lazer, informação ou auto-ajuda, ou unicamente lúdico, torna a leitura cansativa e irritante.
Além da responsabilidade com os aspectos gramaticais, bagagem cultural, há a preocupação com a ética e a “estética” dos pensamentos.
Escritor é ter talento, mas também ser um eterno aprendiz.
Por isso, talvez, ou provavelmente, eu  esteja sofrendo para escrever estas linhas.
Pois se tenho talento, não sei.
Sentimento? Aos borbotões.
Força de vontade? E quanta!
Chego lá? Não sei.
Aonde chegar? Não sei.
O que escrever? Direi...
Com o tempo... Só o tempo...
Este amigo dos que buscam mais e mais tempo para dizer o que pensam “o que eles estão pensando ou fazendo”.
Uma viagem, pois, com licença, sou poeta.
E é assim que nossa vida segue. Enxergando, sentindo, dizendo, expressando, criticando ou bendizendo. E é assim (não classifique meu escrito) que objetivo dizer o quanto é importante ser escritor e que minh’alma necessita prestar uma homenagem a este voluntário, operário da palavra, artesão da mensagem e da informação.
Janice de Bittencourt Pavan - Escritora
Autora dos livros Amor-Criança, Luz no Jardim, Bicho-Homem, Paixão - Mulher e O Feijãozinho Falante.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Aliflor- Posse da Nova Diretoria - de Janice p/ Mara

Vilmar,Lorena,Janice,Jurema,Teresa,Mara,Elena,Janí,Jelena e Ivonita.
No Espaço Cultural Terminal Rita Maria em 12 de junho de 2012, num dia lindo, quente e promissor ficou registrado nos anais da Literatura Catarinense, mais um momento positivo da  Aliflor: a Posse da Nova Diretoria – Biênio 2012/2014.
Vilmar faz a abertura.
Vilmar Machado, em substituição a diretora social Heralda, com jeitinho muito doce faz a abertura do evento, saudando a todos e, em seguida, passa a palavra a Janice Pavan, presidente em exercício. Numa mensagem fortalecida pela emoção, Janice diz de sua trajetória desde quando ingressou na Aliflor, recordou o trabalho desenvolvido, por duas gestões, 2008/2010 e 2010/2012.
Mara recebe Bouquê de Amarilis de Janice, ao lado de Elena. 
Disse: “Foi gratificante ficar à frente de uma Associação como a Aliflor, pois grande foi o aprendizado”. (...) E é com o coração apertado que transmito minhas emoções, sentimentos que se misturam, num emaranhado de sufoco e libertação. Sufoco sim, pois há um vazio em meu peito - prenúncio evidente em despedidas. Libertação pela certeza de que fiz o possível e a certeza do dever cumprido, apesar de minhas limitações. Foram quatro anos de dedicação no esforço contínuo de respeitar, enaltecer e divulgar a ALIFLOR, seus associados e suas obras. Fomentar a literatura local, através de várias atividades que ganharam força com ajuda do nosso corpo associativo. (...) São sementes lançadas, algumas merecendo aprimoramento. O plantio foi feito. Aguardamos a colheita. Que ela seja fortalecida pelos objetivos da Aliflor e alimentada pelos desejos de seus associados para uma energizante realização...
Lorena entrega cartão e flores à Janice , após palavras de agradecimentos.
Agradeço aos colegas que não mediram esforços para que a semeadura fosse saudável. ...Aos colegas que estiveram lado a lado, incentivando, corrigindo, dando sugestões, acrescentando constantemente a vontade de divulgar o trabalho de seus colegas aliflorianos, meus sinceros agradecimentos. Aos colegas da Nova Diretoria, peço uma trégua para o descanso, mas já deixando a promessa de que estarei remando junto, porque desejo a todos uma profícua gestão, com a lembrança aos demais que uma gestão é feita não somente pelos colegas eleitos e sim por um todo, num eterno apostar e acreditar que “a união faz a força”.
(...)Tenha certeza, Mara, depositamos em ti toda a confiança, visto ter já no teu currículo provas de iniciativa, criatividade e realização. Parabéns”!
"Neste momento quero prestar uma homenagem a três pessoas, que faço questão que venham até aqui: Oswaldo, Lorena, Jelena".
"Felicidades a todos no caminho da inspiração, da literatura e das artes. Agradeço as presenças de nossos queridos colegas e aos convidados representantes de outras instituições pela presença e atenção para com a Aliflor". 
A solenidade de posse marcou o dia 12/06/12, Dia dos Namorados,dia de transmissão de cargos da nova diretoria e dia de verdadeiro flerte com a  positividade e vontade de remar em águas cristalinas, num barco remado por Mara  Núbia e cujos bons ventos, idealizemos serem os associados , para que haja uma ótima viagem com travessia tranquila e enriquecedora. 
Recebi com muita emoção de Lorena , homenagem dos associados, um maravilhoso bouquê de crisântemos, em variadas cores , registrando o  perfume , a generosidade e a beleza de um gesto de agradecimento e amizade .  
 No evento após discurso,eu, ex-presidente , homenagiei Mara Núbia , em nome de todos os associados.Escolhi um bouquê  de Amarilis, porque assemelha-se a Flor de Lis (no Japão é assim considerada) e porque é o símbolo  da Associação.Ao chegar, muito me satisfez ver que Mara vestia um traje na cor da Flor escolhida.Sincronia!!!!
Oficializou-se a posse.Ivonita  di Concílio (Diretora Social) fez sua saudação e Mara fez um lindo  discurso. 
 Não faltaram ao evento: a palavra livre de Lorena, ao entregar o bouquê à Janice; Sr. Vicente Pascale, Fundador da Aliflor; Sr Valdir Mendes , presidente da ALB( Academia de Letras do Brasil-SC-Fpolis) , poema dito por Zenilda Lins, Elena Lamego , Vilmar e o canto por Ivonita , nossa cantora. Palavras que enalteceram o desempenho de Janice, incentivaram a nova diretoria e elogiaram o Amor ,através dos poemas e canções, uma vez que estávamos no Dia dos Namorados.


 
Após um posar para a foto o grupo todo , inclusive os convidados,  cantou "Rancho de Amor à Ilha", houve a confraternização com um descontraído serviço de salgadinhos e refrigerantes.

A nova diretoria ficou assim constituída:
Presidente: Mara Núbia Roloff
Vice-presidente:Vilmar Euzébio Machado
1ª secretária: Jelena Stopanovski Ribeiro
2ª Secretária: Janí Maria Pofahl Pereira Semicek
1ª Tesoureira: Maria Francisca Teresa Brasil
2º Tesoureiro: Francisco Passos Braga
Diretora Social: Ivonita di Concílio
Conselho Fiscal: Jurema Fischer
Elena Lamego
Nereu do Vale Pereira