Leia e apaixone-se!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Jogral : Alma Branca


Jogral - Alma branca

A- Eu sou branco.
B- Eu sou negro.

A- Sou branco de pele.
B- Sou preto na raça.

A- Branco / Preto
B- Preto / Branco

Todos- Não importa!
            Não Importa!
            Não importa!

A- Tem branco de alma branca.
B- Tem preto de alma suja
A- Tem branco de alma suja.
B- Tem preto de alma branca.

A-B- Branco/ Preto
A-B- Preto/ Branco

Todos - A imagem não importa!

A-O que importa
     É o orgulho da raça,
     O respeito das massas,

B- Que a consciência seja limpa,
C- Que o trabalho seja honesto,
A- Que a alma seja branca.

Todos: Limpo/ Puro/Alvo/ Branco
            Por dentro/ Por dentro/ Por dentro
De Janice de Bittencourt Pavan- Em 16/11/2010.

Cota

Eu tenho sim
Consciência negra
Consciência branca
Consciência amarela
Sem precisar de cota
Pois consciência não é feita de números.
Tenho consciência de que todos os humanos,
Independente da cor,
São capazes
De conquistar seu espaço,
Sem precisar da humilhante esmola
De “figurar” entre muitos.
Eu tenho consciência colorida,
Universal,
Da igualdade de direitos,
Sem precisar de esmola.
O que essa igualdade precisa
É de uma política
Que aumente a cota
De mais escolas,
Mais universidades,
Para aumentar, com elas,
A cota de oportunidades.

Poema de Janice de Bittencourt Pavan
( 20 de novembro- Dia da Consciência Negra)

domingo, 17 de outubro de 2010

Ser professor hoje

Ser professor hoje é uma tarefa difícil.
Hoje o professor é um profissional que precisa ser eclético. Dele se exige um eterno aprendizado para as lides de um conviver complicado pela ruptura social, pela evidência da fragilidade familiar.
Hoje ser professor é enfrentar desafios, não porque o programa curricular é inadequado, maior, mais denso ou irreal. É difícil porque além de precisar de um conhecimento amplo do conteúdo  de sua disciplina, ele precisa ser analista, psicólogo e saber conviver com a bagagem problemática trazida “na mochila” de alguns alunos. E também precisa ser “the flash” para acompanhar a velocidade dos acontecimentos  de uma sociedade consumista, por motivos justos e injustos, conforme o legado de cada um, displicente com os verdadeiros valores indispensáveis a uma boa estrutura  familiar.
O professor hoje, principalmente dos adolescentes, é personagem importante ao aluno que deseja estudar, que sabe da necessidade do profissional, que o respeita como uma fonte emissora de ajuda e conhecimento. Mas, pelos motivos citados acima, os alunos desordeiros, mal amados, ou mal agradecidos com seus pais, trazem na bagagem a mesma energia negativa que seus desafortunados corações não conseguem expulsar do peito. Mas que precisam de ajuda. Daí a dificuldade. Estar numa sala de aula, para muitos que não são professores, é ser um mestre brincando de ser Deus.
Para quem foi ou é o profissional sabe que os tempos áureos da profissão, estavam entre os anos dourados ou até mil novecentos e noventa, aproximadamente, quando ainda não havia tantas mulheres trabalhando fora, ou tantos inescrupulosos sangrando os jovens e as famílias com a maldita erva daninha.
Não sou contra mães trabalharem fora; sou mãe e trabalhei por 25 anos.  
Os descaminhos estão por conta da ausência de um programa planejado e executado, elaborado e exercido, social, com moralidade, para que haja oportunidade de melhores condições nas escolas, assistências social e financeira, assistência psicológica  aos alunos e pais problemáticos para que a educação tenha o suporte adequado; que as salas de aula deixem de funcionar como depósito,  diminuindo o número de alunos por classe; preparar melhor os regentes de classe; bom salário aos professores para que tenham entusiasmo por sua rotina, não para sobrevivência,  mas para uma vivência real, digna, com  sustentabilidade financeira  das famílias, sem distinção, sem cota, sem descriminação.
 “Sonha, Marcelino”! Diria o leitor.
Com modelos de governo que já conhecemos, vamos ficar só no sonho.E é bom que possamos sonhar. E cobrar.
Enquanto a casa não cai, deixamos registrado nosso elogio àquele professor e àquele aluno que entra na sala de aula com a alma de quem sabe o quanto é importante ensinar e o quanto precisa aprender . Desejamos a ambos uma convivência de companheirismo, cumplicidade, respeito e vontade de exercer seus direitos e deveres com dignidade.

Texto de Janice de Bittencourt Pavan - Em 17 de outubro de 2010.
 





sexta-feira, 15 de outubro de 2010

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

terça-feira, 12 de outubro de 2010

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

domingo, 12 de setembro de 2010

Divulgando a poesia


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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Receita 02 - Salpicão de Frango



Na véspera, cozinhar um peito de frango com dois tubos de caldo de galinha, até secar a água.Esfrie e reserve.
Desfiado, misture quatro colheres de óleo,quatro de vinagre,duas de salsa bem picadinha e um pouquinho de pimenta do reino. Pressione bem na tigela para pegar o gostinho.Deixe na geladeira durante a noite ou por quatro horas curtindo.
À parte, misturar três cenouras e duas xícaras de vagem, cortadas em tirinhas, cozidas ao dente.Um pimentão amarelo,um vermelho, duas maçãs verdes,seis ou oito azeitonas (verdes ou pretas) e uma cebola branca cortados em tirinhas.Acrescentar o frango,misturando tudo muito bem.
Misture uma lata de creme de leite (sem soro) a um pote de maionese pronta.Colocar nos ingredientes,misturar,ajeitar num prato , enfeitando como desejar e ...
Pronto para o deguste!
Não tem quem não acerte, não tem quem não goste.Tim!Tim!